segunda-feira, 25 de setembro de 2017

"Menina Boa, Menina Má" de Ali Land [Divulgação]

Título Original: Good Me Bad Me
Autora: Ali Land
Edição: 2017
Editora: Suma de Letras
Páginas: 384
PVP: 18,90€

«Um ritmo deliberado e uma trama habilmente tecida conspiram para criar uma leitura viciante. Um thriller psicológico perturbante, que é, ao mesmo tempo, uma exploração devastadora dos danos causados pelo trauma infantil.»
Publishers Weekly
 
«Perturbante. Mantém a nossa atenção desde a primeira página. Tudo é de louvar neste romance.»
Guardian

«Incómodo, chocante e viciante. Coloque este livro no topo da sua pilha de leitura.»
Sun

Sinopse:

Quando Annie, 15 anos, entrega a sua mãe à polícia, espera um novo começo de vida — mas será que podemos realmente escapar ao nosso passado?

A mãe de Annie é uma assassina em série. Annie ama a sua mãe, mas a única maneira que tem de a fazer parar é entregá-la à polícia.

Com uma nova família de acolhimento e um novo nome — Milly —, espera um novo começo. Agora pode ser quem quer. Mas, com o julgamento da mãe à porta, os segredos do passado de Milly não vão deixá-la dormir…

Quando a tensão sobe, Milly vai ter de decidir: será uma menina boa? Ou uma menina má? Porque a mãe de Milly é uma assassina em série. E ela é sangue do seu sangue.

Menina Boa, Menina Má é um thriller extraordinário, a voz de Milly é hipnótica, perturbadora e viciante. Trata-se de uma trama singular que mantém o leitor em suspense constante, ao mesmo tempo que faz com que se coloque questões tão terríveis quanto emocionantes. Pode uma criança superar eventos traumáticos? O que é que realmente constitui a nossa identidade?

Sobre a autora:

ALI LAND, licenciada em Saúde Mental, trabalhou durante dez anos como enfermeira de saúde mental infantil e adolescente em hospitais e escolas do Reino Unido e Austrália. Agora, dedica-se a tempo inteiro à escrita e vive em Londres.

A estreia literária de Ali Land, Menina Boa, Menina Má, tem tido uma excelente receção por parte do público e da crítica nos países onde já foi publicado, subindo aos primeiros postos das listas de mais vendidos. O livro será publicado em mais de 20 países.

domingo, 24 de setembro de 2017

Postais pelo Mundo | Rússia (17)

Aqui está mais um postal oficial que recebi recentemente.

Veio da Rússia e apresenta uma pintura intitulada Russian beauty, da autoria de V. Nagornov. É baseada na pintura original de K. Makovsky: Tsarevna.


quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Projeto Conjunto | Empréstimo Surpresa [Desafio]


Já terminei há algum tempo a leitura do livro Corações na Escuridão e aqui está a minha resposta ao desafio proposto pela Silvana. Achei-o muito engraçado e foi bem fácil saber o que responder.

DESAFIO:

Socorro! Fiquei presa no elevador!

Makenna e Caden ficaram presos num elevador. Esse momento faz com que se passem a conhecer melhor e partilhar confidências.

Não, não quero que tenhas um encontro escaldante dentro de um elevador. Quero que tenhas um encontro cultural.
Imagina que ficaste presa num elevador juntamente com o teu escritor(a) preferido vivo ou morto (sim, ele pode vir em espírito que eu não me chateio nada). Qual seria? Como é que seria esse momento? O que gostarias de discutir e lhe perguntar?

A MINHA RESPOSTA:

Fiquei presa no elevador. Estava tão absorta a responder a uma sms que só me apercebi de que algo tinha acontecido quando deixei de sentir o leve movimento do elevador. Levantei a cabeça e, embora me sentisse preocupada, fiquei aliviada por não estar sozinha. O indivíduo mudou a mala de uma mão para a outra e depois olhou para mim, sorrindo-me. Devo ter deixado de respirar nesse momento, ao mesmo tempo que fazia figura de parva a olhar para ele embasbacada. Não, não era um homem seminu e extremamente sensual que se encontrava à minha frente. Era só o Nicholas Sparks, um dos meus escritores preferidos de sempre.

Enquanto olhava para ele, sem saber muito bem o que dizer, pensava quais seriam as probabilidades de ficar fechada num elevador com o Nicholas Sparks. Só então percebi que não era de todo impossível, dado que eu tinha viajado até à capital para uma sessão de autógrafos com ele.
Depois do embaraço inicial, aproveitei a oportunidade de o ter todo para mim e, disse-lhe, entusiasmadíssima, que era uma enorme fã dele. Disse-lhe que tinha lido todos os seus livros, alguns mais do que uma vez, e que chorara em quase todos.
Por fim, coloquei-lhe quatro questões:
- Onde arranja inspiração para as suas histórias?
- Já está a trabalhar num novo romance? Pode adiantar-me, em primeira mão, de que tema trata?
- Há algum tema que nunca tenha abordado nos seus livros, mas que gostaria muito de o fazer?
- Qual o principal conselho que daria a um fã que deseje iniciar-se na aventura da escrita?

Gostei imenso de responder a este desafio! Que venha o próximo livro!

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Antologia | "Um Toque de..." de Ana C. Nunes [Opinião]


Um Toque de... é uma antologia de contos que a autora Ana C. Nunes escreveu entre 2008 e 2014.

São pequenos contos, de leitura fluida, que se lêem bem rápido e ajudam a passar o tempo. Alguns dos contos retratam situações que acontecem na vida real e certamente muitos leitores se identificarão com estas histórias.

Gostei particularmente do conto Rotina que mostra como os pequenos hábitos e rotinas que adquirimos ao longo da vida desempenham um papel importante, embora nos pareçam insignificantes.
Também gostei do conto Os Dois Lobos, embora gostasse de ter visto a história mais desenvolvida. Acabei por ficar um bocadinho confusa com o final.

No geral, só fiquei mais desiludida porque esperava histórias maiores, e alguns contos são mesmo pequeninos. Ler esta antologia acabou por saber a pouco, apesar de me ter permitido alguma distração.

Classificação: 2/5 estrelas

Palavras Sentidas


"O tempo é uma realidade elástica. É a primeira coisa de que tomamos consciência numa situação em que não vemos a luz do dia, não temos relógio nem qualquer outra maneira de medir a duração de uma segundo em comparação com o de outro."

A Mulher do Camarote 10
Ruth Ware

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

"A Chama ao Vento" de Carla M. Soares [Opinião]


A Chama ao Vento é o segundo trabalho de Carla M. Soares que tenho oportunidade de ler. A autora já conta com quatro trabalhos publicados, dos quais li Alma Rebelde, em 2012.

Ultimamente, tenho-me aventurado a ler mais e-books (sabem que eu tenho uma relação difícil com e-books; por muito prático que seja ler um livro em formato digital, que não ocupa espaço nenhum, continuo a acreditar que não oferecem aquele prazer único de folhear as suas páginas, de senti-lo nas nossas mãos). Assim, decidi ler A Chama ao Vento, que só está publicado em formato e-book, e seria uma pena não o ler por causa disso.

O livro inicia-se com um prólogo enigmático, em que o corpo de um desconhecido é atirado ao mar, de um hidroavião que sobrevoa o Atlântico.

Seguidamente, é-nos apresentado Francisco, um homem atraído a uma casa onde viveu na infância, antes de ser abandonado pela mãe e deixado aos cuidados da avó, uma senhora calma e completamente apagada de vida.
Francisco não está preparado para enfrentar o passado mas tudo muda quando é abordado por João Lopes, um senhor de idade que se dispõe a contar-lhe a história da avó Carmo.

Assim, Francisco e nós leitores, somos transportados para uma Lisboa do século XX, que acolhe todo o tipo de estrangeiros que fogem da 2ª Guerra Mundial em busca de um refúgio seguro noutro lugar.

Confesso que início do livro estava a ser de mais difícil leitura devido à personalidade de Francisco, aos seus medos em descortinar o passado e a toda a insegurança por estar a perder o controlo de si próprio.

A história da avó Carmo cativou-me de imediato e rapidamente me senti agarrada e curiosa por descobrir o que transformara aquela jovem apaixonada e cheia de vida na idosa apática e apagada que Francisco sempre conhecera.

A narrativa está bem estruturada, alterna entre passado e presente e caracteriza bem a época histórica, sem se tornar exaustivo, dado que não se trata de um romance histórico.

A autora escreve muito bem e esse é um dos aspetos positivos do livro. A escrita é cuidada, bem trabalhada e madura. Há apenas algumas gralhas ao longo do livro, mas nada de preocupante, nem capaz de interferir na leitura. Talvez precisasse de mais revisão, de ser lido por outros olhos que detetam mais facilmente estas falhas do que o próprio autor.

Em conclusão, é uma história deliciosamente bem escrita e de uma autora que merece ser lida. Mesmo que não sejam apreciadores de e-books, não descartem a possibilidade de ler este livro. Prometo que ficarão surpreendidos e com curiosidade de explorar outras obras da autora.

Classificação: 4/5 estrelas

domingo, 17 de setembro de 2017

Postais pelo Mundo | Rússia (16)

Hoje voltamos aos postais oficiais, que recebi ainda durante o verão.

Este veio da Rússia e mostra-nos uma bela paisagem da Crimeia, uma península situada a norte do Mar Negro, pelo qual é cercada quase completamente.


sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Projeto Conjunto | Empréstimo Surpresa [Os motivos]


O projeto do empréstimo surpresa acelerou durante o mês de agosto e agora promete abrandar um pouco, sem pressas para ler os livros. A Silvana já recebeu um novo livro meu, para se entreter durante os próximos dias.

Aqui está o livro escolhido:


Motivos da minha escolha:

  • É uma nova autora para a Silvana conhecer;
  • Foi um nos melhores livros que li no ano passado; é uma história intensa escrita de forma fascinante;
  • Estou com mais fé de que este livro consiga encher as medidas da Silvana e que, desta vez, ela não sinta tanta necessidade de implicar com tudo (o meu coração não vai aguentar se ela desatar a falar do livro!).
  • Sobretudo, porque é uma história realmente boa, e as boas histórias devem ser partilhadas.

Boa leitura e espero que gostes!

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Palavras Sentidas


"As plantas precisam de ser amadas da maneira certa para sobreviverem. O mesmo acontece com os humanos. Desde o nascimento, contamos com que os nossos pais nos amem o suficiente para nos manterem vivos. E se os nossos pais nos derem o tipo certo de amor, acabamos por nos tornar seres humanos melhores."

Isto Acaba Aqui
Colleen Hoover

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Top Ten Tuesday | Melhores livros que li no ano em que criei o meu blog


O tema desta semana convida-nos a escolher um tema livre, desde que se relacione com livros ou leituras do passado. Eu decidi mostrar-vos os 10 melhores livros que li no ano em que criei o meu blog.
O meu blog nasceu em junho de 2012, pelo que vou considerar todos os livros que li ao longo desse ano.

Aqui estão, sem ordem de preferência, os melhores livros que li em 2012:

1. Calafrio (Sandra Brown)

2. Darling Jim: O Lado Negro da Sedução (Christian Mørk)


3. A Rapariga que sonhava com uma lata de gasolina e um fósforo (Stieg Larsson)

4. Fortaleza Digital (Dan Brown)


5. A Prisão do Silêncio (Torey Hayden)

6. Peripécias do Coração (Julia Quinn)


7. A Lenda de Despereaux (Kate DiCamillo)

8. Dei-te o Melhor de Mim (Nicholas Sparks)


9. A Rapariga que Roubava Livros (Markus Zusak)

10. As Regras da Sedução (Madeline Hunter)



domingo, 10 de setembro de 2017

Postais pelo Mundo | Portugal

Hoje mostro-vos um postal não oficial que recebi nas últimas semanas. Foi-me enviado por um amigo do fórum do Postcrossing.

O postal apresenta uma fotografia da Praia da Conceição, em Cascais. Gostei imenso!


quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Palavras Sentidas


"- Ninguém ensina aos rapazes que por vezes ser violento é o mesmo que estar assustado."

Se Eu Fosse Tua
Meredith Russo

terça-feira, 5 de setembro de 2017

"Corações na Escuridão" de Laura Kaye [Opinião]


Corações na Escuridão é a minha primeira experiência com a autora Laura Kaye. Não tinha grandes expectativas em relação ao livro e a minha principal curiosidade devia-se ao facto de ser um livro pequeno (150 páginas) e de como é que a autora iria abordar a história para que ela fizesse sentido em tão poucas páginas.

A premissa do livro não é totalmente original: Caden e Makenna são dois estranhos que ficam presos no elevador, totalmente às escuras e que, ao longo do tempo que passam juntos, desenvolvem uma atração sexual, acabando por se envolverem um com o outro.

O livro lê-se muito bem e a escrita da autora é leve e fluida. As personagens são interessantes, nomeadamente Caden e a sua claustrofobia. Embora de forma rápida, o passado de Caden foi suficientemente abordado para compreendermos de onde surge o seu medo e o pânico por estar fechado num elevador.

Esta é uma história que entretém e descontrai, não houve nada que te tivesse irritado nas personagens, mas também sinto que poderão rapidamente cair no esquecimento. Gostava de ter lido mais sobre elas, de ter mais tempo para me afeiçoar e criar laços.

O que me incomodou mais um bocadinho foi o facto de o livro ter muitas cenas sexuais, principalmente entre duas pessoas que acabaram de se conhecer. Não acho que seja negativo, até porque gosto de ler cenas eróticas, mas acabo sempre a pensar que são cenas um pouco desfasadas da realidade.

Em conclusão, é uma boa leitura para nos fazer companhia numa tarde de verão e que apenas peca por ser tão pequeno e nos deixar com vontade de mais.

Classificação: 3/5 estrelas

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

"Os Falsários" de Bradford Morrow [Opinião]


O romance Os Falsários foi a minha estreia com o autor Bradford Morrow, e devo desde já agradecer à editora Clube do Autor por me ter cedido este exemplar.

Há opiniões que são ingratas de escrever, e esta é uma delas. Quando uma editora nos oferece um livro, queremos muito gostar dele, desfrutar da leitura, para que possamos posteriormente escrever uma opinião favorável e cativar outros leitores a lê-lo.
Contudo, se há coisa que detesto é a desonestidade no que diz respeito a opiniões de livros oferecidos pelas editoras. Não me sentiria bem se o fizesse.

Assim, tenho de afirmar, francamente, que não gostei deste livro, não me cativou e foi uma leitura morosa e custosa.

Inicialmente, gostei bastante da sinopse e estava entusiasmada por se tratar de um livro sobre livros ou, mais especificamente, sobre falsários de obras literárias.
Quando Adam, um colecionador de livros raros, é atacado e as suas mãos decepadas, a polícia não consegue avançar na investigação. A sua irmã procura desesperadamente uma pista e é Will, o seu namorado, que não vai descansar até encontrar um desfecho para o caso. No entanto, Will também é um genial falsificador e, o facto de saber de mais, poderá colocá-lo em perigo.

Demorei um pouquinho a adaptar-me à escrita peculiar do autor. Embora goste de encontrar livros com escritas menos fluidas, esta não me cativou e tornou-se logo na minha principal dificuldade.
A escrita e a forma como a história é contada não ajudaram a entusiasmar-me.  É quase como se todo o livro fosse um monólogo de Will, não dando espaço para conhecermos devidamente as outras personagens, nem elas têm espaço para se desenvolverem.
A leitura é aborrecida, a acção avança demasiado devagar e nunca consegui ler mais de dois capítulos seguidas sem sentir um profundo tédio.

A personagem principal, Will, é um falsificador, portanto apercebemo-nos de imediato que não é uma personagem fiável. Se é tão bom a falsificar obras literárias, também pode perfeitamente enganar o leitor, certo?

Como thriller, creio que o livro deixa muito a desejar. Não tem suspense nem reviravoltas capazes de prender o leitor, nem pistas para desvendarmos o mistério.
O ponto positivo é o desfecho, quando finalmente descobrimos quem assassinou Adam e como se processou todo o ataque.

Em conclusão, infelizmente o livro não me cativou como eu gostaria. Gostava de trocar opiniões com outros leitores que já tenham lido este romance, para conhecer os seus pontos de vista.
Apesar de eu não ter gostado, não desencorajo outros leitores a darem uma oportunidade a este romance. Os gostos são diferentes e certamente haverá por aí leitores que se entusiasmarão com esta obra.

Classificação: 1/5 estrelas

Nota: Este livro foi-me cedido pela editora em troca de uma opinião honesta.

domingo, 3 de setembro de 2017

"Sozinhos na Ilha" de Tracey Garvis Graves [Opinião]


Sozinhos na Ilha foi um livro que li em poucos dias e que rapidamente se tornou numa leitura compulsiva.

Conta-nos a história de Anna - uma professora que decide quebrar a rotina e passar o verão a dar aulas numa ilha tropical - e de T. J. - um jovem que só quer voltar a ter uma vida normal após lutar contra um cancro. Mas o impensável acontece quando o pequeno avião onde viajam se despenha no mar. Anna e T. J. conseguem-se salvar e chegam a uma ilha deserta, onde aguardam que alguém os vá procurar. À medida que os dias vão passando, os dois vão ter de aprender a sobreviver, sem perderem a esperança de alguma vez conseguirem sair da ilha.

A narrativa está muito bem estruturada e a história é contada de forma muito bonita e capaz de cativar o leitor. Assistimos aos primeiros passos das personagens na luta pela sobrevivência: a procura de alimentos, a falta de água, a construção do primeiro abrigo, a primeira fogueira. Mais tarde, vemos como enfrentam corajosamente perigos e obstáculos e como cuidam um do outro quando adoecem e quando o desespero toma conta deles.

Anna e T. J. são duas personagens carismáticas e adoráveis. Apesar de diferença de idades - T. J. tem 16 e Anna tem 30 - os dois desenvolvem uma relação que vai crescendo, passando da amizade ao amor. T. J. é um jovem bastante mais maduro do que os jovens da sua idade, que cresceu bastante mais rápido devido à experiência de ultrapassar um cancro. A relação de ambos vai crescendo a bom ritmo, de forma encantadora e apaixonante.

Foi um livro que me fez rir, chorar, sentir medo pelas personagens e arrepiou-me por diversas vezes. Em suma, um livro que me aqueceu o coração, me deixou feliz e que certamente recordarei durante muito tempo.

Classificação: 5/5 estrelas